Malabaristas,
equilibristas, contorcionistas, magia e muita palhaçada, tudo isso dentro do
sonho de uma garotinha. Assim é o espetáculo do CIRCO DOS SONHOS. Mais de 60
profissionais envolvidos, entre eles 30 artistas brasileiros com talento de
nível internacional.
Alegrias do Circo
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
sábado, 6 de outubro de 2012
Circo Popular do ator Marcos Frota chega à capital Porto Velho - RO; estréia aconteceu na sexta-feira (05/10/2012).
Há dezoito anos na estrada, o Grande
Circo Popular do Brasil (Marcos Frota Circo Show), criado pelo ator Marcos
Frota, percorre o país levando autêntica alegria, que extrapola o picadeiro e
se ramifica nas comunidades através de programas sociais e educacionais. Agora,
o espetáculo chega à Porto Velho (RO) e promete agitar a criançada e adultos em uma
curta temporada.
Instalado na Avenida Farqhuar, no
espaço do Flor do Maracujá, o circo terá a estreia marcada para sexta-feira
(05), com a expectativa de arrastar uma multidão de pessoas amantes da diversão
e descontração. Os preços dos ingressos são: cadeira Inteira (individual) R$
20,00; cadeira Meia (individual) R$ 10,00 (criança de 2 a 10 anos, estudante
com carteira 2008 e idosos acima de 65 anos).
O Grande Circo Popular do Brasil
(Marcos Frota Circo Show) trata as sensações de uma maneira inteligente. E com
sensibilidade, aproxima as mágicas possíveis do picadeiro à criança, ao jovem e
ao adulto.
Várias atrações poderão se apreciadas
entre elas: trapézio de voos; evoluções acrobáticas em cordas e tecidos; número
aéreo inspirado no "Voo dos Pássaros"; malabares; cama elástica;
equilíbrios, paradas em aparelhos; contorcionismo e o impressionante ritual do
fogo.
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Como explicar que na verdade não tenho alegrias no circo?
É tipo assim, minha paixão pelo teatro vem da parte circense, dos dois juntos. Mas 80% da parte da dor ficou para o circo, estou falando das coisas mais lindas e bem feitas, daquela mistura deliciosa e linda de uma grandeza inexplicável, vivi muito tempo metida dentro desse universo, encantada por ele...
Depois disso hesitei muito para olhar para qualquer coisa que tivesse ligação com o circo, um palhaço era responsável por meu sofrimento por meses. Fiquei dois anos depois de dez intensos anos, afastada de toda arte possível, posso dizer que foram anos difíceis, de readaptação com o mundo, quando voltei a me meter com as artes, fui para um lado do teatro, diferente, era teatro, mas tinha outro segmento... O tempo passou, e sempre que eu ia algo que me lembrasse do circo, eu sofria profundamente. E isso acontece até os dias de hoje, eu gostaria de poder ver um espetáculo circense, só com a magia, a alegria, a paixão de tempos atrás. Mas não sou capaz de romper essa barreira que foi construída em um momento da minha vida, ela é dura demais.
Sou apaixonada, disso não tenho dúvidas, mas não só no picadeiro, como no palco, as artes circenses me fazem entrar em um pedaço de mim, que não sei até onde quero explorar, na verdade, acho que não quero nem chegar perto da porta desse lugar. É ferida que não cicatriza pra vida inteira, não só uma. Inúmeras. Por isso tranquei certas portas, e evito ter as chaves em minha mão.
quarta-feira, 21 de março de 2012
O Cirque du Soleil
O Cirque du Soleil ("Circo do Sol") é uma companhia circense com base em Montréal e Quebec, no Canadá.
Foi fundado em 1984 por dois ex-artistas de rua, Guy Laliberté e Daniel Gauthier. Em 2000, Guy Laliberté comprou a parte do circo referente a Gauthier, que deixou a companhia. Actualmente o Cirque du Soleil é dirigido por Guy Laliberté, proprietário de 95% do património do Cirque. Este ex - artista de rua está na lista de bilionários da revista Forbes.
Cada espectáculo do Cirque du Soleil é a síntese da inovação do circo, contando não só com enredo, cenário e vestuário próprios, mas também com música ao vivo durante as apresentações.
De 1990 a 2000, o Cirque cresceu rapidamente, passando de um show com 73 artistas em 1984, para mais de 3.500 empregados, em mais de 40 países, com 15 espetáculos apresentados simultaneamente e um lucro anual estimado em 600 milhões de dólares.
As criações do Cirque du Soleil já ganharam diversos prémios, tais como o Rose d'Or e o Emmy. Em 2004, a consultora Interbrand, classificou o nome Cirque du Soleil, como o 22º nome de maior impacto global.
Se clicar aqui, pode apreciar um maravilhoso show na água, executado pelo Cirque do Soleil. É uma BELEZA!
sexta-feira, 16 de março de 2012
E o palhaço o que é ?!
" Traçar a história do palhaço é contar como o circo nasceu, a arte de espetáculo e entretenimento mais antiga que existe no mundo [...] o palhaço vem da antiga função que tinha o bobo da corte de fazer o Rei se divertir. O bobo da corte surgiu há mais de 2.500 anos antes de Cristo e de acordo com o Ministério dos palhaços foi durante a Dinastia do Faraó Dadkeri-Assi que o bobo da corte começou suas primeiras atividades como profissão. A Comédia Del Arte, que surgiu na Europa na Itália no século XVI, acabou por utilizar o modelo do bobo da corte, para criar seus espetáculos. Máscaras divertidas e diferentes, roupas largas e sapatos engraçados foram as características mais marcantes das comédias produzidas por esses grupos de teatro. Além das típicas piadas criadas para divertir o público, com uma pitada de sarcasmo e até romantismo.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Começou o Circo

e do que eu mais gostava eram os animais.
Tanto a mim como a outras pessoas, como fiquei
sabendo mais tarde, chamava a atenção o elefante.
Durante o espetáculo, o enorme animal fazia
demonstrações de peso, tamanho e força descomunais.
Mas, depois de sua atuação, e até um segundo antes
de entrar em cena, o elefante permanecia preso,
quieto, contido somente por uma corrente que
aprisionava uma de suas patas a uma pequena estaca
cravada no solo.
Sem dúvida alguma a estaca era só um pedaço de
madeira, apenas enterrado alguns centímetros na terra.
E, ainda que a corrente fosse grossa e poderosa,
me parecia óbvio que esse animal, capaz de arrancar uma
árvore com sua própria força, poderia, com facilidade,
arrancar a estaca e fugir.
O "mistério" é evidente: "O que o mantém, então?
Por que não foge?"
Quando eu tinha cinco ou seis anos, eu todavia confiava
na sabedoria dos adultos.
Perguntei então a algum professor, ou a algum parente,
ou algum tio, sobre o "mistério" do elefante.
Algum deles me explicou que o elefante não escapava
porque estava amestrado.
Fiz então a pergunta óbvia:
- Se está amestrado, por que o prendem?
Não recordo haver recebido nenhuma resposta coerente!
Com o tempo, esqueci do
"mistério" do elefante e da estaca...
Eu somente recordava quando me encontrava com outros
que também se haviam feito a mesma pergunta.
Há alguns anos descobri que, por sorte minha, alguém
havia sido bastante sábio para encontrar a resposta:
o elefante do circo não escapa porque tem permanecido
atado à estaca desde muito, muito pequeno.
Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido
sujeito à estaca.
Tenho certeza que, naquele momento, o elefantinho
puxou, forçou, tratando de soltar-se.
E, apesar de todo o esforço, não pôde fazê-lo.
A estaca era certamente muito forte para ele.
Juraria que dormiu esgotado e que no dia seguinte
voltou a tentar, e também no outro que se seguia.
Até que um dia, um terrível dia para sua história,
o animal aceitou sua impotência
e se resignou a seu destino.
O elefante enorme e poderoso que vemos no circo não
escapa porque crê, realmente, o pobre, que não pode.
Ele tem o registro e a recordação de sua impotência,
daquela impotência que sentiu pouco depois de nascer.
E o pior é que jamais voltou a questionar
seriamente esse registro.
Jamais voltou a colocar à prova sua força outra vez.

Muitas vezes somos como os elefantes.
Vivemos crendo que um montão de coisas "não podemos".
Simplesmente porque,
alguma vez, quando éramos crianças,
tentamos e não conseguimos.
Fazemos, então, como o elefante.
Gravamos em nossa memória:
"Não posso. Não posso e nunca poderei!"
Crescemos carregando essa mensagem que impusemos
a nós mesmos e nunca mais voltamos a tentar.
Quando muito, de vez em quando sentimos as correntes,
fazemos soar o seu ruído, ou olhamos com o canto dos
olhos a estaca e confirmamos o estigma:
"Não posso e nunca poderei!".
A única maneira de tentar de novo é colocando muita
coragem em nossa cabeça e em nosso coração!
Mas como superar sentimentos
que vem desde a infância?
Essa talvez seja a tarefa mais difícil a ser enfrentada,
lembre-se porém, que você não é apenas uma
criança frágil.
Veja todas as situações difíceis
que já enfrentou e superou.
Posicione seu pensamento que
"Sim! Eu Posso! Eu consigo!"
e vá enfrente.
Se não der certo dessa vez,
tente novamente.
Depois tente de novo.
Não faça como nosso amigo elefante que,
apesar do seu tamanho e sua força física,
fica preso a uma pequena estaca....
CADÊ O CIRCO DO PORTÃO ???
O circo do palhaço CHAVECO, que iria se instalar no bairro do Portão, foi expulso pelo Poder Execultivo do município de Governador Mangabeira-Ba, Acontece que o proprietário tinha começado a armar o picadeiro dentro do antigo EFAP, numa parte que há muitos meses estava aberto sem arame e sem estacas, num completo abandono.
O Palhaço estava revoltado com o tratamento recebido na PMGM, inclusive um novo espaço foi disponibilizado pelo Vereador Albano Fonseca, no mesmo bairro, a pedido do Vice-prefeito Cláudio Santana, seu pai José Santana e do Amigo Mário Santana, até agora o ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO não foi expedido pelo Poder Público.
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